sábado, 18 de fevereiro de 2012

Vegetarianismo e esporte

Corredores vegetarianos - veja a matéria



Fonte: Vista-se

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vegansexual - Você sabe o que é?

Depois dos heterossexuais, dos homossexuais, dos bissexuais e metrossexuais, conheça agora os vegansexuais

Este conceito de orientação sexual foi formulado pelo Centro de Estudos Humanos e Animais, da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia, no âmbito de um estudo denominado “Perspectivas e Experiências de Vegetarianos e de Outros Consumidores Éticos”, estudo esse incluído num projeto mais vasto sobre a interação entre seres humanos e animais. O estudo foi realizado a nível nacional e baseou-se numa entrevista com 157 vegetarianos sobre os seus hábitos de vida e opções de consumo.

Como é sabido, designa-se por vegano alguém que, movido por argumentos de natureza ética, de saúde, de respeito pelo meio ambiente e/ou religiosos, opta por não ingerir quaisquer alimentos de origem animal (incluindo laticínios, ovos e mel). No entanto, o veganismo não se restringe à alimentação. É todo um modo de vida, com princípios estritos, que implica tomadas de posição bem definidas em muitos aspectos do quotidiano, como por exemplo: renunciar ao vestuário, calçado e acessórios em couro, lã ou seda (recorrendo a outros materiais como sintéticos, algodão, linho, cânhamo ou outras fibras), exercer o consumo responsável através do boicote a empresas que poluem o ambiente, que testam em animais, etc.

O que é então um vegansexual?

Sendo a atividade sexual parte da nossa natureza, é de esperar que, também esse campo da nossa vida seja objeto de reflexão e de opções por parte dos veganos. Um vegansexual é assim alguém que escolhe não se envolver íntima e sexualmente com parceiros que ingerem carne, sob o argumento de que os corpos destes são autênticos "cemitérios de animais", literalmente construídos e sustentados por restos de cadáveres, animais abatidos em condições que implicaram grande sofrimento para os mesmos. Um vegansexual não aceita envolver-se com alguém que contribuiu para os maus tratos e matança de seres vivos, nem com alguém cujos fluidos corporais transportam resíduos de uma alimentação carnívora (suor, saliva, esperma…). Já para não falar do odor corporal, habitualmente mais intenso e pungente naqueles que ingerem carne do que nos vegetarianos.

Não deixa de ser verdade também que todos nos sentimos, regra geral, atraídos por pessoas com interesses e hábitos semelhantes aos nossos, pois isso tende a facilitar a convivência no dia-a-dia. Para um vegano, pode ser difícil aceitar partilhar refeições com um parceiro que se alimenta de carne, devido, por exemplo, à contaminação dos utensílios de cozinha e ao cheiro dos pratos com carne. Por mais forte que seja a atração sexual, esta raramente sustenta por si só os desafios do convívio prolongado.

Segundo o estudo neo-zelandês, as opções de vida dos veganos levam-nos a tomadas de consciência sobre o seu próprio corpo, o dos outros, e a uma visão diferente da vida. Essa tomada de consciência leva-os a considerar moralmente repugnante e eticamente inaceitável ter relações íntimas com onívoros ou sequer beijar alguém por cujos lábios tenham passado pedaços de alimentos de origem animal. Ainda segundo o estudo, são principalmente as mulheres que manifestam particular repulsa pelo envolvimento íntimo com parceiros que ingerem carne. Algumas, apesar de não se descreverem inteiramente como vegansexuais (já que consideram alguns onívoros sexualmente atraentes), têm o vegetarianismo como critério preferencial na escolha dos seus parceiros.

Se tal seletivismo reduz fortemente a possibilidade de encontros amorosos para os veganos (já que a comunidade vegana é ainda reduzida), o sexo é também em si uma forma de apelo e ativismo eficaz, já que, devidamente orientada e sem imposições e radicalismos, pode contribuir para mudar a forma de pensar de muitos potenciais parceiros sexuais e de vida, incutindo-lhes hábitos de vida mais saudáveis (para si e para o planeta) e eticamente aceitáveis.

Fonte - 15.09.2007
Retirado de http://cantinhovegetariano.blogspot.com

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Bem Me Quer, substituto vegano da margarina!




A empresa Lifeco, que fica em Hortolândia-SP, próximo à Campinas-SP, acaba de colocar no mercado um produto 100% vegano chamado pasta de soja. É uma sustituta da margarina e seu uso está ligado ao consumo de pães e lanches.

Por enquanto as vendas estão acontecendo principalmente em supermercados da região de Campinas ( lista logo abaixo) mas a intensão da empresa é expandir rapidamente para São Paulo Capital e outras localidades.

A pasta de soja é o primeiro produto da Lifeco que promete crescer seu catálogo em breve. A pasta é apresentada nos seguintes sabores: cenoura, alho com cebolinha, beringela, alho poró, azeitona verde e azeitona preta. A embalagem contém 275g. Não há adição de produtos químicos e a validade sugerida é de 40 dias sob refrigeração.


Lista de supermercados que já possuem a pasta (região de Campinas com alguns pontos em São Paulo Capital)
- Goodbom Sumaré – Av. Rebouças
- Goodbom Hortolândia
- Galassi – Avenida Saudade
- Galassi – Saída para Valinhos
- Galassi – Lix da Cunha (suleste)
- Galassi – Souzas
- Supermercado Morete Hortolândia
- Supermercado Morete Sumaré
- Hortifruti Fartura – Primavera
- Hortifruti Fartura – Flamboyant
- Hortifruti Fartura – Paineras
- Uniflora Campinas – Centro
- Almazen – Barreto Leme – Campinas
- Cambui Center Frutas
- Supermercados Calegaris – Paulínia
- Supermercados Caetano – Valinhos – Santana
- Supermercados Caetano – Valinho – Centro
- Supermercado Paulínia
- Supermercado Taquaral
- Toda Rede OBA em Campinas, interior e Capital.
- Emporio Naturalle – Cambuí – Campinas
- Shopping Frutas Cambuí – Campinas
- Supermercados Pague-Menos
- Supermercados Brait – Americana
- Supermercados Sempre Vale - Limeira
- Supermercado Coopercica (irá iniciar em Jundiaí)
- Sacolão Higienópolis – São Paulo Capital
- Empório Santa Verena – Campinas Flamboyant
- Supermercados Coopideal – indaiatuaba e região.
- Empório Nuts – Hortolândia
- Supermercados Unimais – Campinas e região.


LifeCo
(019) 3503-1331
www.lifeco.com.br

Fonte: Vista-se

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Queijos veganos importados



Os veganos brasileiros que têm um cartão de crédito internacional podem saborear produtos que, infelizmente, estão longe de serem lançados no Brasil: queijos industrializados veganos. Existem algumas lojas online onde é possível comprar estes produtos, a mais famosa com certeza é a Vegan Essencials, da Inglaterra. Alguns tipos de queijos veganos vendidos podem ser remetidos para o Brasil pois não precisam de refrigeração.

O grande problema deste tipo de compra é o frete. Para se ter uma ideia, a compra da foto custou cerca de U$ 40 (R$ 80 aproximadamente) e seu frete ficou em quase U$ 40, ou seja, você paga o dobro do valor que compra pelo frete. É claro que isso pode variar de acordo com o tipo de embalagem do produto que você está adquirindo. Produtos que vêm em envelope provavelmente têm o frete mais em conta. A Vegan Essencials conseguiu entregar essa compra em incríveis 7 dias! Quem compra de outros países sabe que esse prazo é incrível.

Os produtos realmente são saborosos e vale “experiementar uma vez na vida”, mas dá para viver tranquilamente sem eles.

do site: http://vista-se.com.br


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Pelo que andei pesquisando, também é possível comprar na Amazon, mas você teria que pedir para alguém trazer dos EUA ou arriscar entregar no Brasil. De qualquer forma, mesmo sendo um pouco mais caro, não deixa de ser uma opção.

Presunto Vegetal Defumado Goshen






Um grande produto. Sem dúvida o Presunto Vegetal Defumado da Goshen é um dos produtos veganos industrializados mais saborosos e versáteis disponíveis no Brasil. Feito com trigo, aveia, soja e outros ingredientes vegetais, vem praticamente pronto e a sugestão do fabricante é que seja aquecido por apenas 30 segundos no microondas ou que seja levemente dourado em frigideira antiaderente. Invente um molho e pronto.







A Goshen não é uma empresa vegana, possui outros produtos que contém ovos e/ou leite. Em contato telefônico, o responsável técnico, Lee, deu a entender que a empresa está antenada aos pedidos de seus consumidores veganos e já está desenvolvendo novos produtos para aumentar essa linha.

Serviço
Goshen Alimentos – Presunto Vegetal Defumado
www.goshen.com.br
Onde Encontrar

Fale com o responsável:
E-mail: lee@goshen.com.br
Tel. : 15 3249.2483 / 15 3249.2515
Cel.: 11 8668.8890

Queijo de mandioca



A Quebra-Cabeça, pequena empresa familiar de Florianópolis, Santa Catarina, acaba de lançar uma preparado em pó para pizzas e lasanhas e, a partir desta terça (31 de janeiro de 2012), já vende para todo o Brasil através de uma loja online (www.quebracabeçaveg.net).

O produto vem em uma prática embalagem estocável. Quando quiser usá-lo, é só adcionar óleo e água nas medidas indicadas nas rótulos e pronto! Assista a um vídeo que explica detalhadamente como preparar o Mandiokejo, clique aqui.

O Mandiokejo Quebra-Cabeça é uma solução vegetal prática e saborosa para a cobertura de pizzas e lasanhas. Trata-se de um preparado em pó elaborado a partir de vegetais desidratados e gomas naturais.

1kg de preparado em pó rende até 6kg de Mandiokejo
feito à base de ingredientes naturais;
muito simples de preparar (assista ao vídeo);
elaborado a partir de mandioca, mandioquinha e feijão;
não contêm soja;
livre de ingredientes de origem animal;
livre de glúten;
livre de lactose;
livre de colesterol;
livre de corantes e aromatizantes;
fonte de potássio, ferro, magnésio, proteínas, fósforo e cálcio.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

FAÇA SER MELHOR: PRA CHORAR - GIRAFAS

FAÇA SER MELHOR: PRA CHORAR - GIRAFAS: Honestamente, espero que todos esses caçadores peguem cancer no cú e morram de diarréia. Esse tipo de pessoa tem que ser extinta, não os po...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Reportagem: absurdo!

http://news.midiafree.com/noticias-atualizadas/no-mundo/familias-realizam-safaris-na-africa-e-cacam-girafas-por-diversao-diz-jornal/


"O Artigo Famílias realizam safáris na África e caçam girafas por diversão, diz jornal
foi publicado na categoria Notícias no Mundo. Leia mais detalhes sobre o Artigo Famílias realizam safáris na África e caçam girafas por diversão, diz jornal.
 

Denúncia do jornal britânico “The Sun” mostra que turistas têm aproveitado viagens à África para caçar, de forma legal, girafas em reservas selvagens.

Segundo a reportagem, a maioria das pessoas levam para casa a cabeça dos animais como um troféu de sua aventura ou famílias que participaram da caçada tiram foto sorridentes ao lado com animal morto.

De acordo com especialistas, a maioria dos “caçadores” são da Grã-Bretanha, América do Norte, Alemanha, Rússia e Escandinávia. Os caçadores chegam a pagar até R$ 27,2 mil por expedições em busca do mamífero. Clubes de caça pedem até R$ 2,7 mil pela cabeça como troféu.

De acordo com a publicação, a população de girafas caiu de 140 mil para cerca de 80 mil em 24 anos, com risco de extinção da espécie em países como Angola, Mali e Nigéria. Entretanto, na África do Sul, Namíbia e Zimbábue a caça é legalizada." 



sábado, 28 de janeiro de 2012

Bem-estar animal

Texto retirado do website INFOESCOLA, disponível em http://www.infoescola.com/direito/bem-estar-animal/:


Bem-estar animal é um tema amplo, que pode ter vários aspectos a serem analisados. Este texto irá se concentrar em três aspectos principais, por serem os mais presentes nas sociedades atuais:
  • Bem-estar dos animais domésticos
  • Bem-estar dos animais silvestres
  • Bem-estar dos animais de criação (consumo)
bem-estar dos animais domésticos envolve uma série de questões polêmicas, como os maus-tratos, assunto em voga atualmente, e o destino dos animais de rua.

Acontecimentos como a morte recente do yorkshire, espancado até a morte por sua dona, causam uma comoção geral e trazem um questionamento de, até que ponto as pessoas estão realmente preparadas para ter animais de estimação. Existem diversas campanhas educativas, principalmente na internet, que trazem o slogan “animal não é brinquedo” e que procuram conscientizar as pessoas de que os animais de estimação constituem uma responsabilidade, e que necessitam de carinho e cuidados constantes, cuidados estes que geram gastos materiais e adaptação da vida do dono ao animal. Ainda assim, casos de crueldade são vistos diariamente na mídia, demonstrando a imaturidade do ser humano ao lidar com os animais.
A melhor forma de evitar novas ocorrências como estas é conscientizar, já que a lei brasileira costuma ser branda para quem comete crimes contra animais.

bem-estar dos animais silvestres, por outro lado, envolve políticas ambientais, já que o desmatamento, as queimadas e a falta de fiscalização das atividades em áreas protegidas afetam o ecossistema, fazendo com que os animais silvestres saiam de seus habitats, alteram seus hábitos, gerando mudanças na cadeia alimentar ou, ainda, simplesmente os exterminam. Conforme dito anteriormente, as leis ambientais não costumam ser muito rígidas na punição de infratores, e muitos dos crimes ambientais são considerados de menor potencial ofensivo, ou seja, permitem que o infrator apenas pague um multa ao estado e não seja oficialmente “processado”.
É pouco o que a população pode fazer nestes casos, já que esta agressão ocorre bem longe dos olhos da maioria das pessoas. Suspeitas de atividades irregulares em unidades de conservação e de tráfico de animais podem ser denunciadas ao Ministério Público e deve-se sempre verificar a procedência dos animais silvestres antes de serem comprados, existem criadores especializados e legalizados autorizados pelo IBAMA.

Por fim, o bem-estar dos animais de criação, “usados” para consumo, também constitui um assunto polemico, já que o consumo de carne é aceito pela sociedade atual e há pouca fiscalização de matadouros e criadores, exceto no que concerne à questão sanitária.
Paul MacCarntney, ex Beatle e ativista pelo direito dos animais costuma dizer “se os matadouros fossem de vidro, todos seriam vegetarianos”. É possível, portanto, ter uma vaga idéia da crueldade que se pode observar em um matadouro. a maior parte dos criadores alegam que os animais não sofrem no momento do abate, mas diversas pesquisas mostram que não é bem assim, e que, muitas vezes, o animal pressente o momento da morte, liberando toxinas em sua carne, que fazem mal à saúde.

O ideal, portanto, quanto ao consumo da carne e dos produtos de origem animal (ovos, leite, queijos, etc) é que sejam adquiridos de pequenos criadores ou produtores, onde os animais são tratados de forma menos cruel, muitas vezes livres, com ração mais natural, sem hormônios ou medicamentos que os façam crescer/engordar/reproduzir de forma artificial. Da mesma forma que, cada vez mais, as pessoas procuram alimentar-se de vegetais e verduras orgânicos, com a carne e derivados pode-se adotar uma estratégia semelhante, para o bem da saúde e dos próprios animais.